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	<title>Comentários sobre: Semiótica no Design</title>
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	<description>Boas ideias precisam de espaço.com</description>
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		<title>Por: SEMIÓTICA &#171; BCB</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/comment-page-1/#comment-29270</link>
		<dc:creator>SEMIÓTICA &#171; BCB</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 17:59:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/" rel="nofollow">http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/</a> [...]</p>
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		<title>Por: Marcelo Butzke</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/comment-page-1/#comment-2494</link>
		<dc:creator>Marcelo Butzke</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 03:14:51 +0000</pubDate>
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		<description>Li esse artigo porque estou fazendo uma pesquisa sobre Hjelmslev. Cocordo com a Lígia de que não é a toa que as duas &quot;Lu&quot; (nossa que intimidade hihi :p ) são as principais referências no Brasil de semiótica no design. Já apliquei a tua proposta de metodologia semiótica e funcionou muito bem. Você me fez querer saber mais sobre você. 

Adorei teu artigo, e gostaria de fazer uma colocação. Na parte onde você diz:
&quot;Nela o signo “como qualquer coisa que, de um lado, é assim determinada por um Objeto e, de outro, assim determina uma idéia na mente de uma pessoa, esta última determinação, que denomino o Interpretante do signo, é, desse modo, mediatamente determinada por aquele Objeto.&quot;

Você denominou interpretante como a pessoa que suscita uma idéia a partir do determinante objeto. Interpretante não seria apenas o próprio signo consequente e não de fato uma &quot;pessoa&quot;? Pelo que li no teu livro você diz que interpretante não é quem irá interpretar, mas o ciclo que completa e forma a semântica do signo (signo+objeto+interpretante [próximo signo] = signo).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Li esse artigo porque estou fazendo uma pesquisa sobre Hjelmslev. Cocordo com a Lígia de que não é a toa que as duas &#8220;Lu&#8221; (nossa que intimidade hihi :p ) são as principais referências no Brasil de semiótica no design. Já apliquei a tua proposta de metodologia semiótica e funcionou muito bem. Você me fez querer saber mais sobre você. </p>
<p>Adorei teu artigo, e gostaria de fazer uma colocação. Na parte onde você diz:<br />
&#8220;Nela o signo “como qualquer coisa que, de um lado, é assim determinada por um Objeto e, de outro, assim determina uma idéia na mente de uma pessoa, esta última determinação, que denomino o Interpretante do signo, é, desse modo, mediatamente determinada por aquele Objeto.&#8221;</p>
<p>Você denominou interpretante como a pessoa que suscita uma idéia a partir do determinante objeto. Interpretante não seria apenas o próprio signo consequente e não de fato uma &#8220;pessoa&#8221;? Pelo que li no teu livro você diz que interpretante não é quem irá interpretar, mas o ciclo que completa e forma a semântica do signo (signo+objeto+interpretante [próximo signo] = signo).</p>
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		<title>Por: Semiótica no Design &#171; Teorize</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/comment-page-1/#comment-2327</link>
		<dc:creator>Semiótica no Design &#171; Teorize</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:23:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espaco.com/design/?p=880#comment-2327</guid>
		<description>[...] Ainda em um rápido retrospecto, que já apresentamos em outro trabalho (Niemeyer, 2003), constata-se que a busca de uma solução formal esteticamente agradável foi uma preocupação que acompanhou desde os seus primórdios as ações de aprimoramento do produto industrial. Adiante, nas primeiras décadas do século XX, o funcionalismo foi um princípio do design proposto por correntes de países centrais, especialmente a Alemanha. Segundo seus preceitos devia-se assumir a especificidade da linguagem formal própria à tecnologia industrial, tomá-la até como manifesto ideológico, ajustar a configuração formal do produto ao seu modo de funcionamento. Tais e outras características constituem atributos positivos e avanços na metodologia projetual e determinam elevação na qualidade da resultante do projeto de design. Após a II Guerra Mundial, com a consolidação da Ergonomia, um outro paradigma do design veio a somar ao funcionalismo – a adequação do produto ao usuário. Já nas últimas décadas do século passado, a importância da significação ganha crescente relevância no desenvolvimento de projeto de sistemas de uso e nos sistemas de informação. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ainda em um rápido retrospecto, que já apresentamos em outro trabalho (Niemeyer, 2003), constata-se que a busca de uma solução formal esteticamente agradável foi uma preocupação que acompanhou desde os seus primórdios as ações de aprimoramento do produto industrial. Adiante, nas primeiras décadas do século XX, o funcionalismo foi um princípio do design proposto por correntes de países centrais, especialmente a Alemanha. Segundo seus preceitos devia-se assumir a especificidade da linguagem formal própria à tecnologia industrial, tomá-la até como manifesto ideológico, ajustar a configuração formal do produto ao seu modo de funcionamento. Tais e outras características constituem atributos positivos e avanços na metodologia projetual e determinam elevação na qualidade da resultante do projeto de design. Após a II Guerra Mundial, com a consolidação da Ergonomia, um outro paradigma do design veio a somar ao funcionalismo – a adequação do produto ao usuário. Já nas últimas décadas do século passado, a importância da significação ganha crescente relevância no desenvolvimento de projeto de sistemas de uso e nos sistemas de informação. [...]</p>
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		<title>Por: Lígia Fascioni</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/comment-page-1/#comment-2163</link>
		<dc:creator>Lígia Fascioni</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:11:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espaco.com/design/?p=880#comment-2163</guid>
		<description>Cara Lucy. Não é à toa que você e a Lúcia Santaella são as principais referências em semiótica no design no Brasil. Fico até comovida em postar artigos no mesmo blog que você, coisa que só os fãs podem entender; quando crescer quero ser assim. Muito obrigada pela extraordinária aula!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Lucy. Não é à toa que você e a Lúcia Santaella são as principais referências em semiótica no design no Brasil. Fico até comovida em postar artigos no mesmo blog que você, coisa que só os fãs podem entender; quando crescer quero ser assim. Muito obrigada pela extraordinária aula!</p>
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		<title>Por: BrnLng</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/semiotica-no-design/comment-page-1/#comment-2162</link>
		<dc:creator>BrnLng</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:00:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espaco.com/design/?p=880#comment-2162</guid>
		<description>adoro os textos sobre semiótica da Dra.Lucy Niemeyer! apesar de ter dificuldades em aplicar esses conhecimentos ao projeto em si, diretamente... acredito que, mesmo assim, eles ajudam a esclarecer conceitos que pouco a pouco vão se tornando mais aplicáveis.

para quem, como eu, tb tá começando ou precisa rever conceitos no assunto, o melhor site q eu já vi é o Semiotics for Beginners do Daniel Chandler:
http://www.aber.ac.uk/media/Documents/S4B/semiotic.html
é um livro online, mas em inglês apenas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adoro os textos sobre semiótica da Dra.Lucy Niemeyer! apesar de ter dificuldades em aplicar esses conhecimentos ao projeto em si, diretamente&#8230; acredito que, mesmo assim, eles ajudam a esclarecer conceitos que pouco a pouco vão se tornando mais aplicáveis.</p>
<p>para quem, como eu, tb tá começando ou precisa rever conceitos no assunto, o melhor site q eu já vi é o Semiotics for Beginners do Daniel Chandler:<br />
<a href="http://www.aber.ac.uk/media/Documents/S4B/semiotic.html" rel="nofollow">http://www.aber.ac.uk/media/Documents/S4B/semiotic.html</a><br />
é um livro online, mas em inglês apenas&#8230;</p>
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