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	<title>Comentários sobre: Logotipo x logomarca &gt; Coando o mosquito e engolindo o camelo</title>
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	<description>Boas ideias precisam de espaço.com</description>
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		<title>Por: Ronaldo Guerrero</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-30649</link>
		<dc:creator>Ronaldo Guerrero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>Defino algumas marcas como modelos nas passarelas, lindas, modernas e com prazo de validade. Uma beleza externa e passageira.
Os empresários pagam por uma linda marca e não fazem a parte mais importante - agregar valor na sua marca - o famoso &quot;brand equity&quot;
Concordo: &quot;engolem mosquitos e coam camelos&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Defino algumas marcas como modelos nas passarelas, lindas, modernas e com prazo de validade. Uma beleza externa e passageira.<br />
Os empresários pagam por uma linda marca e não fazem a parte mais importante &#8211; agregar valor na sua marca &#8211; o famoso &#8220;brand equity&#8221;<br />
Concordo: &#8220;engolem mosquitos e coam camelos&#8221;</p>
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		<title>Por: Paulo Eduardo de Persis</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-30000</link>
		<dc:creator>Paulo Eduardo de Persis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 21:18:15 +0000</pubDate>
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		<description>Simplesmente fantástico, achei a resposta mais coerente em relação a um assunto tão discutido no meio da Comunicação Visual e da Públicidade, parabéns Professor Ricardo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simplesmente fantástico, achei a resposta mais coerente em relação a um assunto tão discutido no meio da Comunicação Visual e da Públicidade, parabéns Professor Ricardo.</p>
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		<title>Por: Gabriela</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28764</link>
		<dc:creator>Gabriela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 07:24:02 +0000</pubDate>
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		<description>Escrever é uma tarefa difícil, sobretudo quando criticamos algo ou alguém. Quando a carapuça serve, mexe com o orgulho de uns e outros e, quando a discussão não é entendida, é pior ainda, pois discutir com alguém sem muito entendimento do assunto é tarefa complicada e desgastante.

Acho que os designers do nosso brasil estão precisando aprender a ler os artigos, reler e conferir se entenderam o que foi dito antes de começarem a reclamar.
Tem que largar dessa síndrome boba de aluno x professor, minha gente.

Boa parte dos livros e artigos que li durante meus dois cursos de graduação me pareceram muito bons da primeira vez e excelentes da segunda (anos depois, quando eu resolvia reler).
O que mudava? Meu conhecimento do assunto e minha maturidade, que me permitiam alcançar níveis ainda mais profundos de entendimento. Alguns detalhes não passavam mais despercebidos pelo meu olhar e aí sim eu conseguia chegar mais perto do entendimento pleno da discussão.
...enfim: maturidade é tudo na vida (pessoal e acadêmica).

Ricardo, sempre defendi que a identidade de uma empresa devia ser levada mais a sério. Infelizmente (e como você disse em uma das respostas), a realidade brasileira é bem diferente: pequenos e médios clientes, a quem os freelancers geralmente atendem, em geral estão completamente perdidos. algumas vezes, grandes marcas (mercado do qual pude conhecer uma parte, quando trabalhei em uma grande empresa de eletrodomésticos), também se encontram nesse mesmo barco. O motivo acaba sendo um dos outros milhares de aspectos com os quais uma empresa precisa conviver:
questões orçamentárias,
dificuldade de atualizar os profissionais da casa
dificuldade de encontrar e reter profissionais com conhecimento do assunto e que saibam aplicá-lo na prática
e o mais recente (e, confesso, desesperador) deles: a concorrência e invasão dos produtos chineses no mercado.

Muitas vezes percebemos que uma grande marca foi construída ao longo de décadas através de investimentos altos em propaganda, mas que abrangeram muito pouco todos os outros pontos de COMUNICAÇÃO.

Não sei que caminho o design trilhará ou se as discussões casativas sobre esse ou aquele termo terão fim, mas concordo com você que devemos, sim, utilizar os termos certos, mas devemos gastar nossa energia com questões mais amplas e RELEVANTES (para o mundo e para nós mesmos), que sejam capazes de construir conhecimento.

Parabéns pelo blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever é uma tarefa difícil, sobretudo quando criticamos algo ou alguém. Quando a carapuça serve, mexe com o orgulho de uns e outros e, quando a discussão não é entendida, é pior ainda, pois discutir com alguém sem muito entendimento do assunto é tarefa complicada e desgastante.</p>
<p>Acho que os designers do nosso brasil estão precisando aprender a ler os artigos, reler e conferir se entenderam o que foi dito antes de começarem a reclamar.<br />
Tem que largar dessa síndrome boba de aluno x professor, minha gente.</p>
<p>Boa parte dos livros e artigos que li durante meus dois cursos de graduação me pareceram muito bons da primeira vez e excelentes da segunda (anos depois, quando eu resolvia reler).<br />
O que mudava? Meu conhecimento do assunto e minha maturidade, que me permitiam alcançar níveis ainda mais profundos de entendimento. Alguns detalhes não passavam mais despercebidos pelo meu olhar e aí sim eu conseguia chegar mais perto do entendimento pleno da discussão.<br />
&#8230;enfim: maturidade é tudo na vida (pessoal e acadêmica).</p>
<p>Ricardo, sempre defendi que a identidade de uma empresa devia ser levada mais a sério. Infelizmente (e como você disse em uma das respostas), a realidade brasileira é bem diferente: pequenos e médios clientes, a quem os freelancers geralmente atendem, em geral estão completamente perdidos. algumas vezes, grandes marcas (mercado do qual pude conhecer uma parte, quando trabalhei em uma grande empresa de eletrodomésticos), também se encontram nesse mesmo barco. O motivo acaba sendo um dos outros milhares de aspectos com os quais uma empresa precisa conviver:<br />
questões orçamentárias,<br />
dificuldade de atualizar os profissionais da casa<br />
dificuldade de encontrar e reter profissionais com conhecimento do assunto e que saibam aplicá-lo na prática<br />
e o mais recente (e, confesso, desesperador) deles: a concorrência e invasão dos produtos chineses no mercado.</p>
<p>Muitas vezes percebemos que uma grande marca foi construída ao longo de décadas através de investimentos altos em propaganda, mas que abrangeram muito pouco todos os outros pontos de COMUNICAÇÃO.</p>
<p>Não sei que caminho o design trilhará ou se as discussões casativas sobre esse ou aquele termo terão fim, mas concordo com você que devemos, sim, utilizar os termos certos, mas devemos gastar nossa energia com questões mais amplas e RELEVANTES (para o mundo e para nós mesmos), que sejam capazes de construir conhecimento.</p>
<p>Parabéns pelo blog!</p>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Martins</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28158</link>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 02:56:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28158</guid>
		<description>Oi Leonor,

Olha, quem me dera ter mais pessoas inteligentes como você, pra sustentar um debate de alto nível. Eu admito que peguei pesado com o termo &quot;ultrapassado&quot;. Ele não teve a leitura que eu desejava, de modo que você tem razão, ele é inapropriado. Peço desculpas.

Quando eu me refiro à questão do carimbo, é porque essa estratégia esconde uma armadilha: quando essa abordagem é usada (a mera repetição do símbolo + logotipo), cria indiretamente nos clientes uma visão de que a expressão da identidade é um ato mecânico, e que pode ser feito por qualquer um que saiba repetir desenhos. Portanto, pra mim, um carimbo bem-feito é simplesmente a ausência de carimbo. Ao invés dele, é preferível saber a hora de aplicar somente o símbolo, ou símbolo e logotipo, ou apenas a cor, ou a cor e a tipografia, ou símbolo e uma padronagem de fundo, e assim por diante.

Concordo contigo, quando diz que a gente está distante disso, em termos de cultura empresarial e do ensino do design, por isso fiz o artigo, como forma de cutucar, mostrar que essa discussão ao redor do nome logomarca pode ser uma perda de tempo, e que há tantas outras coisas bacanas pra explorar sobre a identidade. Às vezes, nos preocupamos tanto com a árvore, e esquecemos da floresta, nos preocupamos com o mosquito e esquecemos do camelo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Leonor,</p>
<p>Olha, quem me dera ter mais pessoas inteligentes como você, pra sustentar um debate de alto nível. Eu admito que peguei pesado com o termo &#8220;ultrapassado&#8221;. Ele não teve a leitura que eu desejava, de modo que você tem razão, ele é inapropriado. Peço desculpas.</p>
<p>Quando eu me refiro à questão do carimbo, é porque essa estratégia esconde uma armadilha: quando essa abordagem é usada (a mera repetição do símbolo + logotipo), cria indiretamente nos clientes uma visão de que a expressão da identidade é um ato mecânico, e que pode ser feito por qualquer um que saiba repetir desenhos. Portanto, pra mim, um carimbo bem-feito é simplesmente a ausência de carimbo. Ao invés dele, é preferível saber a hora de aplicar somente o símbolo, ou símbolo e logotipo, ou apenas a cor, ou a cor e a tipografia, ou símbolo e uma padronagem de fundo, e assim por diante.</p>
<p>Concordo contigo, quando diz que a gente está distante disso, em termos de cultura empresarial e do ensino do design, por isso fiz o artigo, como forma de cutucar, mostrar que essa discussão ao redor do nome logomarca pode ser uma perda de tempo, e que há tantas outras coisas bacanas pra explorar sobre a identidade. Às vezes, nos preocupamos tanto com a árvore, e esquecemos da floresta, nos preocupamos com o mosquito e esquecemos do camelo.</p>
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	<item>
		<title>Por: leonor</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28157</link>
		<dc:creator>leonor</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 00:26:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28157</guid>
		<description>Continuando...

Se considerarmos a realidade brasileira e não apontarmos apenas para o topo da pirâmide, as grandes marcas, veremos que a média das empresas no Brasil precisam, no mínimo, da tal &quot;reiceitinha&quot; bem aplicada e desenvolvida. Ora se nem essa &quot;receitinha&quot; é bem aplicada, e pior ainda, bem vendida e executada! Você realmente acredita que o novo paradigma de Identidade multifacetada iria mudar a percepção do empresariado de tal forma a os motivar a comprar um projeto tão ambicioso?

E quem o executaria tal projeto multifacetado? A massa de designers que anualmente sai das faculdades? Sendo que a maioria das faculdades que aceita qualquer um desde que pague, para fazer um curso de design onde qualquer um passa de ano mesmo apresentando performances medíocres, simplesmente porque paga?! 

Acho que falta senso de realidade.

O tal &quot;carimbo&quot; que você fala não funciona, não porque seja um &quot;carimbo&quot;, mas porque na grande maioria das vezes é um &quot;carimbo&quot; medíocre, projetado por profissionais mal formados e consequentemente profissionais com performances medíocres.

Identidades multi-sensoriais? Bacana, realmente muito bacana, mas o problema da construção de Identidade no Brasil é bem básico. Quem já sabe fazer bons projetos de identidade, de fato, já sabe que a construção de identidade é multifacetada. Para todos os outros, o que precisa ser vendido não é a importância de projetar identidades multifacetadas e sim a importância de, no mínimo, saberem como fazer &quot;carimbos&quot; bem feitos. Coisa que a grande maioria do ensino de design neste país teima em falhar ensinar.

Em conclusão, acho que o seu artigo realmente coa um mosquito e engole um camelo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando&#8230;</p>
<p>Se considerarmos a realidade brasileira e não apontarmos apenas para o topo da pirâmide, as grandes marcas, veremos que a média das empresas no Brasil precisam, no mínimo, da tal &#8220;reiceitinha&#8221; bem aplicada e desenvolvida. Ora se nem essa &#8220;receitinha&#8221; é bem aplicada, e pior ainda, bem vendida e executada! Você realmente acredita que o novo paradigma de Identidade multifacetada iria mudar a percepção do empresariado de tal forma a os motivar a comprar um projeto tão ambicioso?</p>
<p>E quem o executaria tal projeto multifacetado? A massa de designers que anualmente sai das faculdades? Sendo que a maioria das faculdades que aceita qualquer um desde que pague, para fazer um curso de design onde qualquer um passa de ano mesmo apresentando performances medíocres, simplesmente porque paga?! </p>
<p>Acho que falta senso de realidade.</p>
<p>O tal &#8220;carimbo&#8221; que você fala não funciona, não porque seja um &#8220;carimbo&#8221;, mas porque na grande maioria das vezes é um &#8220;carimbo&#8221; medíocre, projetado por profissionais mal formados e consequentemente profissionais com performances medíocres.</p>
<p>Identidades multi-sensoriais? Bacana, realmente muito bacana, mas o problema da construção de Identidade no Brasil é bem básico. Quem já sabe fazer bons projetos de identidade, de fato, já sabe que a construção de identidade é multifacetada. Para todos os outros, o que precisa ser vendido não é a importância de projetar identidades multifacetadas e sim a importância de, no mínimo, saberem como fazer &#8220;carimbos&#8221; bem feitos. Coisa que a grande maioria do ensino de design neste país teima em falhar ensinar.</p>
<p>Em conclusão, acho que o seu artigo realmente coa um mosquito e engole um camelo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Martins</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28156</link>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 23:10:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28156</guid>
		<description>A base que &quot;influenciará todas as demais escolhas de texturas, imagens, formas&quot; não é o logotipo e símbolo. Eles podem ter semelhanças, e por isso pode parecer que tudo veio do logotipo e símbolo, mas na verdade se baseiam no DNA da marca, junto com a linguagem e o estilo.

E se você ler o meu texto com atenção, eu critico as pessoas que acham que identidade visual é APENAS, UNICAMENTE logotipo e símbolo. Eu não desmereço o valor desses 2 elementos, conforme você diz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A base que &#8220;influenciará todas as demais escolhas de texturas, imagens, formas&#8221; não é o logotipo e símbolo. Eles podem ter semelhanças, e por isso pode parecer que tudo veio do logotipo e símbolo, mas na verdade se baseiam no DNA da marca, junto com a linguagem e o estilo.</p>
<p>E se você ler o meu texto com atenção, eu critico as pessoas que acham que identidade visual é APENAS, UNICAMENTE logotipo e símbolo. Eu não desmereço o valor desses 2 elementos, conforme você diz.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: leonor</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28155</link>
		<dc:creator>leonor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 22:37:57 +0000</pubDate>
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		<description>Ricardo,

Leia  Base de Identidade de Visual, aliás foi por ai que a sua argumentação começou e dai você enumerou um monte de expressões de identidade, &quot;Eu posso diferenciar um refrigerante pelo formato da sua embalagem (Coca-Cola)&quot; e por ai foi. 

Quanto à base de Identidade, queira ler Base da identidade Visual. Sei perfeitamente que a base de Identidade de uma marca não é apenas a sua &quot;Identidade Visual&quot;, mas ela é tão, TÃO importante que nenhuma das marcas que você citou deixou de a considerar e investir (não pouco) em a desenvolver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo,</p>
<p>Leia  Base de Identidade de Visual, aliás foi por ai que a sua argumentação começou e dai você enumerou um monte de expressões de identidade, &#8220;Eu posso diferenciar um refrigerante pelo formato da sua embalagem (Coca-Cola)&#8221; e por ai foi. </p>
<p>Quanto à base de Identidade, queira ler Base da identidade Visual. Sei perfeitamente que a base de Identidade de uma marca não é apenas a sua &#8220;Identidade Visual&#8221;, mas ela é tão, TÃO importante que nenhuma das marcas que você citou deixou de a considerar e investir (não pouco) em a desenvolver.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ronaldo</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28147</link>
		<dc:creator>Ronaldo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 16:28:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28147</guid>
		<description>Não concordo com o professor Ricardo quando ele coloca a terminologia do design num plano menos importante do que os trabalhos de design propriamente ditos, acho básico sabermos nominar corretamente o que estamos fazendo, isso em qualquer profissão, todas tem seu vocabulário e é constrangedor ver um profissional que o desconheça.

Concordo com o professor quando ele fala dos diversos elementos que compõe a identidade de uma empresa/produto além da própria marca, mas há que ficar claro que todos os exemplos citados são de empresas que investem pesadamente, nestes casos a memorização destes elementos pelo público se torna muito mais viável, simplesmente pela maciça repetição, pode ser um design de qualidade ou não, ele ficará gravado pela superexposição. Infelizmente esta não é a realidade da maioria dos nossos clientes, que tem pouca disposição de investir em design, há ainda entre muitos empresários, o erro comum de se confundir os gastos com a identidade de sua empresa como &quot;despesas&quot; e menos como &quot;investimentos&quot; que é o que são na verdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo com o professor Ricardo quando ele coloca a terminologia do design num plano menos importante do que os trabalhos de design propriamente ditos, acho básico sabermos nominar corretamente o que estamos fazendo, isso em qualquer profissão, todas tem seu vocabulário e é constrangedor ver um profissional que o desconheça.</p>
<p>Concordo com o professor quando ele fala dos diversos elementos que compõe a identidade de uma empresa/produto além da própria marca, mas há que ficar claro que todos os exemplos citados são de empresas que investem pesadamente, nestes casos a memorização destes elementos pelo público se torna muito mais viável, simplesmente pela maciça repetição, pode ser um design de qualidade ou não, ele ficará gravado pela superexposição. Infelizmente esta não é a realidade da maioria dos nossos clientes, que tem pouca disposição de investir em design, há ainda entre muitos empresários, o erro comum de se confundir os gastos com a identidade de sua empresa como &#8220;despesas&#8221; e menos como &#8220;investimentos&#8221; que é o que são na verdade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dionis Maikon</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28136</link>
		<dc:creator>Dionis Maikon</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 16:48:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28136</guid>
		<description>Fantástico!
Nunca havia me atentado a tudo isso!
Na minha faculdade o método de ensino ainda é o da década de 50. Esse ano um dos itens que vou desenvolver no meu TCC é uma identidade visual para a minha cidade, Bauru, e agora depois desse artigo meu projeto sofrerá muuuitas alterações.
Obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fantástico!<br />
Nunca havia me atentado a tudo isso!<br />
Na minha faculdade o método de ensino ainda é o da década de 50. Esse ano um dos itens que vou desenvolver no meu TCC é uma identidade visual para a minha cidade, Bauru, e agora depois desse artigo meu projeto sofrerá muuuitas alterações.<br />
Obrigado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Martins</title>
		<link>http://www.espaco.com/design/logotipo-x-logomarca-coando-o-mosquito-e-engolindo-o-camelo/comment-page-1/#comment-28135</link>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 00:59:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1933#comment-28135</guid>
		<description>Sim, Leonor, o artigo parece bobinho pra você, complicado para outros, isso é normal, já que as pessoas são diferentes, e é impossível obter um entendimento homogêneo.

No meu texto eu não anulo a importância de nenhum componente da expressão gráfica. Na verdade, é justamente isso que eu condeno no texto, ou seja, essa visão míope de quem acha que expressão gráfica é símbolo e logotipo. Não defendo uma visão dicotômica que separa em dois pólos a abordagem da expressão da marca (ou é símbolo+logotipo ou não é nada).

Quanto à expressão &quot;receitinha ultrapassada&quot;, eu me refiro à visão simplista de quem acha que 1) identidade visual é SÓ, APENAS, UNICAMENTE simbolo e logotipo e que 2) identidade visual = identidade corporativa. A identidade visual tem especificidades diferentes para uma empresa, um produto, uma pessoa, um grupo musical, um evento, etc. Os princípios de identidade visual corporativa não servem para expressar a identidade de um produto ou serviço efêmero, de curta duração. Muitos designers não acordaram pra essa diferença. O sentido de receita ultrapassada aqui refere-se, portanto, a essa abordagem reducionista, que considera o símbolo e logotipo como remédio pra todo tipo de problema de identidade visual.

Com respeito ao que você chama de &quot;base&quot; da identidade, eu discordo. Base não é símbolo e logotipo, base é um conjunto de dimensões que começa no DNA/essência da identidade, passa pela linguagem e estilo, e chega no código total da marca, que inclui não só um símbolo/logotipo, mas também um nome, a cor, a família tipográfica, os grafismos de apoio, dentre outros. E isso não um discurso de um único autor que decidiu viajar na maionese; é consenso entre gente que vai muito mais a fundo na questão da identidade, como Jean Kapferer, Marc Gobé, Wolff Olins, Norberto Chaves, Heiner Jacob, Brigitte Wolf, Kevin Keller, para citar alguns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, Leonor, o artigo parece bobinho pra você, complicado para outros, isso é normal, já que as pessoas são diferentes, e é impossível obter um entendimento homogêneo.</p>
<p>No meu texto eu não anulo a importância de nenhum componente da expressão gráfica. Na verdade, é justamente isso que eu condeno no texto, ou seja, essa visão míope de quem acha que expressão gráfica é símbolo e logotipo. Não defendo uma visão dicotômica que separa em dois pólos a abordagem da expressão da marca (ou é símbolo+logotipo ou não é nada).</p>
<p>Quanto à expressão &#8220;receitinha ultrapassada&#8221;, eu me refiro à visão simplista de quem acha que 1) identidade visual é SÓ, APENAS, UNICAMENTE simbolo e logotipo e que 2) identidade visual = identidade corporativa. A identidade visual tem especificidades diferentes para uma empresa, um produto, uma pessoa, um grupo musical, um evento, etc. Os princípios de identidade visual corporativa não servem para expressar a identidade de um produto ou serviço efêmero, de curta duração. Muitos designers não acordaram pra essa diferença. O sentido de receita ultrapassada aqui refere-se, portanto, a essa abordagem reducionista, que considera o símbolo e logotipo como remédio pra todo tipo de problema de identidade visual.</p>
<p>Com respeito ao que você chama de &#8220;base&#8221; da identidade, eu discordo. Base não é símbolo e logotipo, base é um conjunto de dimensões que começa no DNA/essência da identidade, passa pela linguagem e estilo, e chega no código total da marca, que inclui não só um símbolo/logotipo, mas também um nome, a cor, a família tipográfica, os grafismos de apoio, dentre outros. E isso não um discurso de um único autor que decidiu viajar na maionese; é consenso entre gente que vai muito mais a fundo na questão da identidade, como Jean Kapferer, Marc Gobé, Wolff Olins, Norberto Chaves, Heiner Jacob, Brigitte Wolf, Kevin Keller, para citar alguns.</p>
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